Um poema sobre a educação, o aprendizado, o respeito e sobre autoaprimoramento e evolução.
Espero que gostem!
O aprendizado é um processo
Uma metamorfose
Uma evolução
Como se fosse escalar
Até onde aguentar
E depois continuar
Uma estrada sem fim
Uma jornada sem rumo
Uma aventura sem limite
Quanto mais um sabe
menos um sabe e
portanto mais sabe
O mestre é senão um aluno
que sabe embora nada saiba
e portanto sabe.
O aluno é senão aquele que pensa saber
Porém nada sabe e disso não sabe
O mestre é quem o ensina a saber
Mestre é um aluno
E quando o aluno ouve o mestre
Torna-se um
Daniel Amaral Ando
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Amor
Um poema sobre o amor e sobre a força que ele tem sobre uma pessoa.
Espero que gostem!
Amor é a força
A coragem dos bravos
A esperança dos humildes
Podemos discordar
Podemos detestar
Mas jamais deixar de amar
Amar é entender
Amar é compreender
Amar é viver
Na saúde e na doença
Na alegria e na tristeza
Amar é uma proeza
Se não há amor na riqueza
Na alma há pobreza
Um rei sem realeza
O humilde que ama
dos homens é o mais rico
Este está no pico
Amar é uma necessidade
Os problemas fazem parte
Mas se o artista não erra, não há arte.
Daniel Amaral Ando
Espero que gostem!
Amor é a força
A coragem dos bravos
A esperança dos humildes
Podemos discordar
Podemos detestar
Mas jamais deixar de amar
Amar é entender
Amar é compreender
Amar é viver
Na saúde e na doença
Na alegria e na tristeza
Amar é uma proeza
Se não há amor na riqueza
Na alma há pobreza
Um rei sem realeza
O humilde que ama
dos homens é o mais rico
Este está no pico
Amar é uma necessidade
Os problemas fazem parte
Mas se o artista não erra, não há arte.
Daniel Amaral Ando
Românce
Um poema sobre o amor romântico e a doçura dolorida que ele é.
Espero que gostem!
A gordinha é bela
A magrinha é bela
Ela é bela
A beleza está nos olhos de quem vê
e não em uma tela de TV
onde o tolo é você.
Quando ela nos encanta
como a benção de uma santa
Toda a dor espanta
Os defeitos não são defeitos
seus caprichos são perfeitos
em todos os seus jeitos
A bela mulher é aquela que amamos
por mais que quanto à beleza discordamos
todos os anos.
Gordinha ou magrinha, alta ou baixinha
Morena ou clarinha, explosiva ou mansinha
Ela é bela
Do jeitinho que ela é
Coloco toda minha fé
De que eu amo essa mulher.
Daniel Amaral Ando
A Casa
Um poema sobre a convivência familiar no lar, lugar em que nenhum há par.
Espero que gostem!
A casa é o forte
na selva do concreto
Onde só sobrevive o forte.
Nele está a família
Cada um em sua ilha
Milha após milha
Nela sobrevivemos
Nela vivemos
Nela revivemos
Toda noite quando morremos
E todo dia quando renascemos
Lá nós estamos.
Todos trabalham
Todos descansam
Todos se amam
Tudo é de todos
Nada é de ninguém
Ninguém fica sem
A sociedade dos que se amam
A sociedade dos que amam
Só os fortes amam.
Daniel Amaral Ando
Espero que gostem!
A casa é o forte
na selva do concreto
Onde só sobrevive o forte.
Nele está a família
Cada um em sua ilha
Milha após milha
Nela sobrevivemos
Nela vivemos
Nela revivemos
Toda noite quando morremos
E todo dia quando renascemos
Lá nós estamos.
Todos trabalham
Todos descansam
Todos se amam
Tudo é de todos
Nada é de ninguém
Ninguém fica sem
A sociedade dos que se amam
A sociedade dos que amam
Só os fortes amam.
Daniel Amaral Ando
Doença e Morte
Um poema sobre a doença e morte, e como não devemos teme-las, mas usa-las para nos encorajar a viver!
Espero que gostem!
Thanatos ceifa a vida
como gatos matam ratos
com meios sorrateiros
O beijo da Dona Morte
de tirar o fôlego
suga a força do forte
A morte é uma benção
embora aspire à maldição
O sábio não a teme, não!
Inevitável como gato e rato
O lenhador e o mato
A fé e o fato
Dona morte diz: ''Eu mato''
E digo eu: ''É fato!''
Aos vivos, é nato.
Portanto, viveis!
Porquanto amanha não sereis
E certamente morrereis
Vivei! Vivei como reis!
Reis do próprio coração
Do contrário, morrerás em decepção.
Daniel Amaral Ando
Espero que gostem!
Thanatos ceifa a vida
como gatos matam ratos
com meios sorrateiros
O beijo da Dona Morte
de tirar o fôlego
suga a força do forte
A morte é uma benção
embora aspire à maldição
O sábio não a teme, não!
Inevitável como gato e rato
O lenhador e o mato
A fé e o fato
Dona morte diz: ''Eu mato''
E digo eu: ''É fato!''
Aos vivos, é nato.
Portanto, viveis!
Porquanto amanha não sereis
E certamente morrereis
Vivei! Vivei como reis!
Reis do próprio coração
Do contrário, morrerás em decepção.
Daniel Amaral Ando
Violência, Agressão e Injustiça
Um poema sobre a violência e injustiça, dois dos grandes males que assolam essa sociedade.
Espero que gostem!
Ares se embriaga com o caos
De tal forma se portam os maus
Os insensatos e orgulhosos
Fazer um mal que para si não deseja
Eis a origem do ganância e da injusteza
E sua prole: a ira, o ódio e a avareza.
Ao caos evitar
um deve meditar
Com a vida se conciliar
A justa agressão surge
Quando repele injusta agressão
Como um guarda persegue o ladrão
O general sábio jamais deseja guerra
Pois a guerra leva uma nação à terra.
Aquele que almeja guerra, erra.
Portanto, vive em paz
Este é o caminho que o sábio faz
A estratégia do guerreiro sagaz.
Si vis pacem, para bellum
Não injustice nenhum
Mas atente-se a qualquer um
Daniel Amaral Ando
Daniel Amaral Ando
Crime e Castigo
Um poema sobre as perspectivas de punição e criminalidade em nossa sociedade contemporânea.
Espero que gostem!
A arvore do mal
dá fruto mau
Isto é mau.
Os insensatos aparam folhas
Os sábios cortam raizes
Apenas um come bons frutos
Punir e não prevenir
É como embarcar sem sair
Escutar a música sem sentir
Os sádicos e cruéis
desejam punir os infiéis
''Perdão? Digno não és!''
Uma nação de desigualdade selvagem
Alguns com luxos em sua garagem
E outros, com os porcos comem vagem!
A sociedade fez o crime
O crime tomou a sociedade
E com o castigo ela reage.
O pecado original não é dos infiéis
mas dos sádicos que abandonam-os
e os castigam com penas cruéis.
Daniel Amaral Ando
Espero que gostem!
A arvore do mal
dá fruto mau
Isto é mau.
Os insensatos aparam folhas
Os sábios cortam raizes
Apenas um come bons frutos
Punir e não prevenir
É como embarcar sem sair
Escutar a música sem sentir
Os sádicos e cruéis
desejam punir os infiéis
''Perdão? Digno não és!''
Uma nação de desigualdade selvagem
Alguns com luxos em sua garagem
E outros, com os porcos comem vagem!
A sociedade fez o crime
O crime tomou a sociedade
E com o castigo ela reage.
O pecado original não é dos infiéis
mas dos sádicos que abandonam-os
e os castigam com penas cruéis.
Daniel Amaral Ando
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